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segunda-feira, 5 de março de 2012

As omissões e mentiras de Proença e Comunicação Social

quinta-feira, 1 de março de 2012

Árbitro Pedro Proença visto a sair do Estádio do Dragão no passado Domingo!


Alerta Geral: Proença apanhado em flagrante!?
Não sei se é verdade o que acabei de receber, mas, perante a gravidade do episódio descrito, decidi divulgar o email, de um leitor (identificado), que também o enviou para a Bola, Record, DesportoJN e Expresso. 

Fw: Arbitro SLB-FCP Urgente!!
"No domingo passado eu e a minha namorada fomos às compras no Shopping Dolce Vita. Faltavam poucos minutos para acabar o jogo, FCPorto-Feirense, e decidimos ir embora para não apanhar a confusão dos adeptos a saírem do estádio. Quando íamos em direcção ao meu carro, estacionado junto ao Dragão Caixa, vejo sair do estacionamento subterrâneo do estádio, um BMW, com o Sº Pedro Proença no banco de passageiro da frente. Estranhei esse facto por este arbitro não ser habitante da cidade do Porto, e até comentei que seria engraçado se ele fosse o nomeado para o jogo de sexta-feira.
Hoje fiquei sem reacção, quando soube pelo jornal a Bola que este tinha sido o escolhido. A sua aparição no Dragão pode até não ter nada a ver com as nomeações, mas é tudo muito estranho... cheira-me a algo de errado! 
Obrigado pela atenção."

Obrigado por divulgares enorme Blog:

Noticia retirada do Blog http://mastergroove2010.blogspot.com/

domingo, 27 de fevereiro de 2011

5 Jogadores do Benfica em risco de exclusão para Braga, com árbitro do Sistema

Nomeação de Vasco Santos nada tem de inocente.

O Benfica apresenta-se no jogo de hoje com todos os jogadores da defesa (Maxi, Luisão, Jardel, Coentrão e ainda um dos mais influentes, Salvio) em risco de serem excluídos para o próximo jogo, que é nada mais nada menos do que contra o Braga, deslocação sempre difícil, tendo em conta que o Braga é actualmente um clube umbilicalmente ligado ao sistema e conclusivamente ao Fc porto.

A todos os Benfiquistas é conhecida a forma vergonhosa que uma equipa de ataque continuo tem sido de uma forma fácil admoestada em catadupa com cartões amarelos, e certamente que este árbitro um dos tais protegidos do sistemas não perderá certamente a oportunidade de ao mínimo toque mostrar o amarelo aos jogadores do Benfica e desta forma enfraquecer a equipa de forma a equilibrar os pratos da balança em Braga e claro está dar aquele descanso pontual na tabela classificativa aos corruptos do FC Porto.

É certo que este é o campeonato de maior vergonha dos últimos anos em Portugal, em que tudo foi feito para o Benfica ser empurrado para baixo e desta forma a equipa corrupta conquistar o campeonato, porque se o FC Porto não conquista este campeonato se verá metido em muitos maus lençóis.

Escândalo: Protegido do sistema Vasco Santos nomeado para o Benfica - Marítimo

Escândalo: Protegido do sistema, Vasco Santos nomeado para o Benfica - Marítimo

Árbitros protegidos.” Foi nesta secção que a Polícia Judiciária (PJ) integrou Vasco Santos nas investigações do 'Apito Dourado’. O juiz do Porto foi o nomeado para a recepção de amanhã do Benfica ao Nacional. Uma escolha de Vítor Pereira, líder da Comissão de Arbitragem da Liga, que caiu mal entre os benfiquistas.

A razão explica-se de forma simples. Vasco Santos é, neste momento, árbitro de primeira categoria, mas a escalada no sector poderia ter sofrido um revés em 2003/04, época em que, de acordo com a PJ, o juiz do Porto foi ajudado, no sentido de não ser despromovido à terceira categoria.

O caso integra o processo de viciação de classificações de árbitros e observadores entre 2002 e 2004, que tem 16 arguidos e cujo julgamento está marcado para Fevereiro de 2010. Um dos pronunciados é Francisco Costa, então membro da Comissão de Arbitragem (CA) da Federação que, segundo a decisão de pronúncia, se mostrou preocupado com a classificação de Vasco Santos em Novembro de 2003.

Costa terá recebido de Carlos Vigário, da Associação de Futebol de Porto, uma lista de observadores que “poderiam ajudar” Vasco Santos. Francisco Costa e António Henriques – vice-presidente da CA e também réu no caso das viciações – colocaram em prática o plano.

José Mendonça foi o observador escolhido para o jogo Oliveirense--Caldas, arbitrado por Santos. Mas não só, Henriques e Costa indicaram ao presidente do CA, Pinto de Sousa, a nomeação de António Garrido, ex-árbitro conotado com o FC Porto, como assessor – que tem por função a avaliação do observador – desse jogo.

De acordo com a pronúncia do Tribunal de Instrução Criminal, o observador José Mendonça garantiu, após o jogo, que iria dar nota muito alta a Vasco Santos: “Vai andar de quarenta e oito para cima.” E deu mesmo 48, nota que os peritos ouvidos pela PJ consideraram demasiado elevada.

Contas finais, Vasco Santos ficou na segunda categoria e, pouco tempo depois, o estudante de engenharia de 33 anos chegaria ao primeiro escalão. Não foi acusado no ‘Apito’, mas foi um dos “protegidos”, o suficiente para alarmar os benfiquistas.

Como podemos perceber, as nomeações têm sido cirúrgicas,  todas com a intenção de abater um só alvo, ou seja o Benfica. Todos nós recordamos a forma vergonhosa como fomos empurrados para baixo no início do campeonato e outros foram literalmente carregados para cima... qual grua ou guindaste... aquilo foi sempre em frente, sempre em frente

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Corrupção - Bellushi FC Porto Agrediu o árbitro Duarte Gomes

Corrupção - Bellushi Agrediu o árbitro Duarte Gomes

Assim se fazem Campeões...
A nível do Campeonato Nacional tudo na mesma, onde o mais variadíssimo tipo de situações anormais se vão sucedendo em catadupa envolvendo os mesmos de sempre.
Ontem em pleno estádio AXA em Braga ao minuto 25 o jogador do FC Porto, Bellushi agrediu o árbitro Duarte Gomes com 3 peitadas, conseguindo passar impune à expulsão, onde viu apenas o cartão amarelo.
Tudo é permitido aos jogadores do FC Porto não tivesses de vencer o campeonato a qualquer custo.

Reparem com detalhe aos 25 segundos do video, minuto 25 do jogo onde a agressão de Bellushi ao árbitro é por demais evidente.
Já as televisões comentadores e demais jornais nada dizem sobre o assunto e tentam por tudo que passe despercebida.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

'Apito Dourado': Tribunal absolve todos os arguidos

Os 16 arguidos do processo resultante do 'Apito Dourado', sobre a alegada viciação das classificações de árbitros nas épocas de 2002/03 e 2003/04, foram absolvidos de todos os crimes de que eram acusados. O Tribunal Criminal de Lisboa obrigou ainda os queixosos e os assistentes a pagar as custas judiciais do processo.

A leitura do acórdão terminou há momentos na 2.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa, no Campus da Justiça.
Pinto de Sousa, ex-presidente do Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Azevedo Duarte, António Henriques, Paulo Torrão e os restantes arguidos do processo foram absolvidos de todos os crimes de que estavam acusados.
Os queixosos, que pediram indemnizações, foram condenados ao pagamento das custas judiciais do processo. O mesmo aconteceu com os assistentes do processo José Arnaldo Silva, Fernando Castro Alves e Paulo Alves, cujos pedidos de indemnização foram indeferidos.
À saída do Tribunal, os arguidos declararam a sua satisfação pela decisão. Em declarações aos jornalistas, Paulo Torrão, visivelmente emocionado, manifestou-se satisfeito com a absolvição, considerando que o que se passou foi "uma injustiça". António Azevedo Duarte, outro dos principais arguidos, disse aos jornalistas: "Não sei que viemos aqui fazer, talvez gastar dinheiro ao País."
Pinto de Sousa declarou que sai "de consciência tranquila por ter sempre servido a arbitragem de forma correcta, sem prejudicar ninguém".
Este julgamento foi originado pela certidão 51 do Apito Dourado, um processo judicial sobre eventual corrupção na arbitragem e no futebol profissional e outros crimes associados, uma investigação da equipa da procuradora geral adjunta Maria João Morgado.

Escutas não funcionaram como meio de prova

O Colectivo de Juízes, presidido por Clarisse Gonçalves, entendeu que as escutas telefónicas são meios probatórios e não documentos sobre factos reais, pelo que, embora tenham sido validadas, não funcionaram como meio de prova para o processo em questão.
Nas alegações finais, proferidas a 5 de Maio, o representante do Ministério Público referiu que as escutas telefónicas foram uma peça importante no apuramento da verdade dos factos e referiu que "a maior prova vem através das escutas".
O Ministério Público tinha pedido a condenação de Pinto de Sousa pela prática de seis crimes consumados de falsificação de documento e cinco na forma tentada, quando o presidente do CA tinha sido acusado em 144 crimes. Era ainda pedida a mesma condenação de 11 crimes para António Henriques (estava acusado de 142 crimes), António Azevedo Duarte (135) e Francisco Costa (sete), este último também conselheiro do órgão de 1998 a 2004. Para Paulo Torrão, responsável pela informática da FPF na altura dos factos, indiciado de 100 práticas ilícitas, foi pedida a condenação por cinco crimes de falsificação de documento, quatro na forma consumada e um na forma tentada.

Fonte:
Jorna "DN"

terça-feira, 23 de novembro de 2010

A «Operação bolsos limpos»

A Passagem do árbitro José Guimaro pela Prisão
A «Operação bolsos limpos»
Que terminou de mãos vazias

No final do mês de Junho o País dava com árbitro José Guímaro na cadeia. Passados os anos (o ano?) da revolução Socialista, vivia-se de novo um Verão quente.
A partir de uma denúncia anónima de corrupção, enviada por telefaxe, a Polícia Judiciária invadiu a casa de José Guímaro e arrecadou-o. Ficou preso preventivamente nas instalações da própria PJ, para garantir o prosseguimento das investigações. Estava-se perante uma operação inédita, que haveria de ficar conhecida por «Operação bolsos limpos» e que a opinião pública achava pecar apenas por tardia. Para além de José Guímaro outras pessoas foram «visitadas » por agentes da judiciária, embora mais ninguém tivesse sido preso – António Garrido, Marques da Silva, Reinaldo Teles, Jorge Gomes, Veiga Trigo, Soares Dias e, embora não o tivesse sido confirmado, António Marçal. Isto logo nos primeiros dias, pois uma das armas que a Polícia utilizou foi a rapidez.
Porém, os documentos achados nos domicílios destes «visitados» não justificaram a detenção dos proprietários. A investigação, sustentada na colaboração do árbitro detido e do seu companheiro do Funchal, Marques da Silva, e na análise dos documentos, prometia ir longe e pôr tudo em pratos limpos. Estar-se-ia a cumprir a profecia do antigo árbitro Francisco Silva, feita após ter caído na armadilha que o afasto dos campos de Futebol? O ex-juiz Algarvio havia dito que, caso a Judiciária investigasse a arbitragem, os corruptos seriam apanhados. Foram duas semanas efervescentes, com a comunicação social tentando furar os silêncio Policial, justificado de não espantar a «caça grossa».
            O povo convenceu-se de que o futebol iria ficar de cara lavada, embora mentes mais calculistas alertassem que a dita operação não passava de mera manobra de distração governamental para desviar a atenção dos Portugueses das crescentes movimentações sociais de oposição ao poder, com epicentro nos confrontos com a Polícia no tabuleiro da Ponte 25 de Abril.
            Com razão ou sem ela, o facto é que depressa as primeiras páginas dos jornais se esqueceram do caso e algum tempo depois José Guímaro era solto e a «coisa» morria por ali.
            Cinco meses e meio após o início da operação nada se sabe e tudo continua na mesma, ficando o povo cada vez mais céptico e as instituições cada vez mais desacreditadas.

Fonte:
Jornal Desconhecido




terça-feira, 28 de setembro de 2010

Os erros de Xistra no dérbi da Luz


O desempenho de Carlos Xistra, no recente jogo entre Benfica e Sporting, foi avaliado pelo observador Amílcar Ventura com nota 3,3 (satisfatório), numa escala de 1 a 5. Ao árbitro de Castelo Branco é apontada como principal falha a marcação da falta de Fábio Coentrão sobre Liedson. Como pode ler-se no relatório do observador, o cartão devia ter sido mostrado ao avançado leonino e não ao polivalente jogador das águias.

O lance em causa aconteceu aos 44 minutos do encontro, realizado no dia 19 deste mês. Liedson, já no meio-campo dos encarnados, procurava isolar-se, quando Coentrão surgiu-lhe ao caminho. Apesar do gesto com a perna esquerda, o camisola 18 benfiquista não tocou no avançado, que caiu no relvado. Xistra, de 36 anos e que dirigia o seu primeiro dérbi lisboeta, assinalou falta e mostrou o cartão amarelo a Coentrão.

“Em jogada disputada no flanco esquerdo do ataque da equipa B [Sporting], pelo seu n.º 31 e n.º 18 adversário, o árbitro puniu a equipa A [Benfica] com um pontapé livre direto, quando o seu jogador não cometeu qualquer infração”, pode ler-se no relatório de Amílcar Ventura, antigo árbitro de 2.ª categoria, de Leiria.

Feito o reparo técnico, o observador do encontro entre Benfica e Sporting centra-se no aspeto disciplinar, escrevendo que “foi incorretamente exibido o cartão amarelo” ao internacional português do Benfica. “A haver sanção disciplinar, seria para o n.º 31 de B por simular ter sofrido uma falta, levando o árbitro a exibir o cartão amarelo ao adversário.”

Yannick e Amorim

Há outros dois lances mencionados pelo observador, os quais, no entanto, não merecem contestação. O primeiro é o protesto de Yannick junto do assistente Alfredo Braga, após lhe ter sido marcada falta, aos 22 minutos. Xistra repreendeu verbalmente o atacante do Sporting. “Apesar da punição disciplinar requerer exibição do cartão amarelo, admitimos o procedimento”, condescende Amílcar Ventura.

Já aos 71 minutos, Ruben Amorim, que substituíra Pablo Aimar ao intervalo, controlou a bola com a mão junto da linha lateral. O futebolista do Benfica não foi punido, o que mereceu a concordância do observador. “Foi boa a decisão”, é sublinhado no documento, uma vez que aquele procedimento “não se enquadra nas jogadas puníveis disciplinarmente”.

O duelo entre arquirrivais, cujo grau de dificuldade foi classificado como “normal”, decorreu “num relvado excelente e com boas condições atmosféricas”. Para quem teve por missão avaliar Xistra, “foi por vezes disputado com intensidade, decrescendo de ritmo à medida que o resultado ficou mais definido”, destacando que o comportamento dos jogadores “foi por vezes quezilento”, embora sem “excessos significativos”. Ainda assim, sublinha a “postura correta” de espectadores e técnicos.

Em síntese, o árbitro albicastrense realizou “prestação de nível satisfatório, controlando a partida nos aspetos técnicos mais evidentes”, defendendo “a integridade física dos jogadores” e decidindo “corretamente nos lances nas proximidades das áreas de grande penalidade”. No entanto, o “critério apertado” utilizado não passou despercebido a Amílcar Ventura.


Fonte:

Sport Lisboa e Benfica