quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Caso Jesus e quem é o agente da PSP Luis Vargas

Caso Jesus após o Guimarães - Benfica e as mentiras do agente da PSP

As imagens correram todos os canais de televisão nacionais vezes e vezes sem conta sobre
a atitude de Jorge Jesus, muita tinta correu e irá correr sobre este caso, no entanto até hoje
a imprensa não escreveu uma linha sobre a actuação das forças policiais e sobretudo sobre o agente em causa de nome Luis Vargas.

Quem é Luis Vargas?

Luis Vargas de há vários anos para cá é spotter das forças policiais, é um rosto bem conhecido das claques dos clubes de Lisboa, mais conclusivamente Sporting e Benfica, pois faz o acompanhamento das chamadas claques do futebol português.

A história que ninguém conta e que mantém este agente na penumbra do mau policia são as suas atitudes que vão desde falsas acusações, agressões entre outras escamoteadas pela própria PSP.

Luis Vargas durante vários anos acompanhos as claques afectas ao Sporting Clube de Portugal mas por motivos que abaixo se explicam e em vez de ser retirado das suas funções foi transferido para o acompanhamento às claques afectas ao Sport Lisboa e Benfica.

O " agente" de nome Luís Vargas, por motivos e vinganças pessoais persegue adeptos do SCP à anos como se fossem criminosos, o mais grave é que inventa historias só para os prejudicar.
Desde instaurações de notificações ,aberturas de processos crimes inventados, agressões cobardes a adeptos, provocações pessoais, mentir em tribunal a lista continua... tem diversas queixas contra ele por parte de adeptos leoninos por prestar falsas acusações, já agrediu adeptos leoninos de forma cobarde, já ameaçou adeptos leoninos,

Anda à anos e anos a denegrir o nome da instituição pública que serve, onde apenas o distintivo o tem protegido pois a sua cobardia é tão grande como o seu pouco profissionalismo .

O pior de tudo é que o próprio MP anda à deriva com tal personagem, como se viu num tribunal do norte do país, em que acusou um adepto leonino por desacatos e agressão à autoridade num qualquer estádio do norte do pais, pois bem o adepto leonino teve de ser presente a tribunal onde o MP confirmou a acusação que Luis Vargas fez sobre o adepto leonino, o processo tudo levaria a crer na condenação do adepto, mas eis que para espanto do juiz e do próprio MP o adepto em questão apresentou provas claras da sua inocência, é que no dia em questão em que as acusações são movidas contra si, como foi provado revelaram-se totalmene falsas, já que o adepto em questão naquele dia e aquela hora nunca esteve naquele estádio, quando estava a algumas centenas de km do locar, como ficou provado em tribunal o adepto estava em funções para a sua entidade empregadora, como vieram a revelar folhas de ponto assinadas e vídeos que comprovam que o adepto leonino estava a trabalhar e bem longe do estádio, como tal foi considerado inocente de todas as acusações.
Infelizmente a história não fica por aqui e Luis Vargas com um ódio cego voltou à carga e em pleno estádio autua o mesmo adepto, o motivo? O arremesso de uma tocha, novo processo em tribunal, mas desta vez com testemunhas, o agente foi o único a ver tal crime, no entanto e mais uma vez em tribunal várias foram as testemunhas que afirmaram que o agente Luis Vargas mais uma vez estava a mentir, pois o adepto em questão nunca arremessou aquela tocha como o provaram as várias testemunhas que acompanhavam o adepto. Uma vez mais
e perante o tribunal ficou provada a inocência do adepto em questão.

Perante tudo isto o que fez a PSP? Absolutamente nada, já que o agente Luis Vargas deveria
ter sido alvo de um processo disciplinar por mentir compulsivamente perante um Juiz. A PSP
ainda deu um prémio ao agente ao deixar de ser spotter de acompanhamento das claques afectas ao Sporting Clube de Portugal para passar spotter das claques do Sport Lisboa e Benfica.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Tacuara Cardozo, Decisivo.


segunda-feira, 4 de março de 2013

Liderança isolada... e os do costume.

Foi uma vitória muito suada em que literalmente após o golo o Benfica desacelerou.
Foi por demais evidente que o Beira Mar a jogar assim todos os jogos estaria a disputar o 1º lugar com Benfica e FC Porto... mas será assim com todas as equipa até ao final, já que com uns abrem as perna contra o Benfica parecem desalmados a correr.

Foi um jogo difícil em que conquistámos os 3 pontos e não há lei alguma que nos obrigue a jogar sempre bem. Todos nós já vimos o Benfica fazer grandes jogos autênticas avalanches ofensivas e sem conseguir marcar um único golo.

A exibição poderia ter sido melhor é um facto, mas o principal objectivo foi conquistado, os 3 pontos e liderança isolada.

Após um jogo menos conseguido chovem as criticas do costume e os mesmos de sempre...

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Histórias da corrupção no futebol português.





Percebi tudo sobre o futebol português no dia 21 de Setembro de 1994. E por isso que tenho grande dificuldade em perceber os receios dos adeptos do FC Porto Nada temam. Se nada aconteceu depois do golo do Amaral, não é um parecer de Direito Administrativo que vos vai tramar
.







Quer-me parecer que
o parecer parece mas não é
.
Não pretendo gabar-me, mas a verdade é que percebi tudo sobre o futebol português no dia 21 de Setembro de 1994. Disputavam-se os últimos cinco minutos da segunda mão da final da Supertaça, no Estádio das Antas. Quem marcasse, ganhava. E o Benfica marcou. Custou um bocadinho, mas marcou. Lembro-me como se fosse hoje: Carlos Secretário, um especialista a fazer assistências para os adversários, isola de forma brilhante César Brito. César Brito remata para excelente defesa com as mãos de Baía, que se encontra dois metros fora da grande área. O árbitro, sr. Donato Ramos, observa rigorosamente a lei que se aplica em jogos no Estádio das Antas e manda seguir. Por sorte, a bola sobra para um jogador do Benfica chamado Amaral. Amaral chuta e José Carlos, defesa-central do FC Porto, introduz a bola na própria baliza. Golo. Nisto, o árbitro auxiliar, que naquela altura ainda se chamava bandeirinha, levanta a dita. No momento em que o jogador do FC Porto marca o autogolo, há um jogador do Benfica, a uns 15 ou 20 metros de distância, que está em fora-de-jogo posicional. Inteligentemente, Baía tinha saído da grande área para defender com as mãos o remate de César Brito, deixando depois este último em posição irregular. Golo anulado. Quem não acreditar ou estiver esquecido, pode refrescar a memória aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=QXu7kU-BHFY
Como é evidente, fiquei esclarecido. Quando rebentou o escândalo dos quinhentinhos do Guímaro, nem um minuto de atenção dediquei ao assunto. Quando Carlos José Amorim Calheiros (conhecido no mundo do futebol como Carlos Calheiros e no mundo das agências de viagens como José Amorim) foi de férias para o Brasil com a viagem paga pelo FC Porto, tudo comprovado por facturas, encolhi os ombros. O clube da organização e do rigor tinha pago, por engano, uma viagem a um árbitro. E daí? Quem nunca pagou uma viagem a um árbitro por lapso que atire a primeira pedra. Acontece-me pelo menos uma vez por mês. Quando li as escutas sobre a «fruta para dormir» e os «rebuçadinhos para a noite», nem pensei duas vezes. E quando Pinto da Costa confessou que recebeu um árbitro em casa na véspera de um jogo, limitei-me a bocejar.
É por isso que tenho grande dificuldade em compreender os receios dos adeptos do FC Porto.Quando se soube que o parecer de Freitas do Amaral considerava válidas as deliberações do CJ, Guilherme Aguiar declarou à comunicação social que, embora ainda não tivesse lido o parecer, mesmo assim já o achava fantasioso. Aqui está uma proeza difícil, mesmo para um jurista experimentado. O FC Porto emitiu um comunicado informando que, afinal, o prof. Freitas do Amaral não era o exemplo de credibilidade e competência que, duas semanas antes, eles tinham garantido que era. Para quê darem-se a este ridículo? Amigos, se não aconteceu nada depois do golo do Amaral, dos quinhentinhos, do José Pratas a bater o recorde dos 100 metros à frente do Fernando Couto em Coimbra, do Calheiros, da fruta para dormir e do serviço de árbitros ao domicílio, não é um parecer de Direito Administrativo que vos vai tramar. Nada temam. Têm tempo para ler os documentos antes de o comentarem. E depois podem dizer: «Sim senhor, gostei muito de ler o parecer, a história é empolgante, e tal, mas agora vou arquivá-lo aqui no caixote do lixo, ao lado desta factura em nome de José Amorim». Mais cedo ou mais tarde, é lá que ele vai parar.
Ricardo Araújo Pereira
A BOLA 3 de Agosto de 2008